Salva-se o crédito pessoal e revolving dispara

Salva-se o crédito pessoal e revolving dispara

estatísticas de créditoA concessão de crédito pessoal aumentou 4.5% no primeiro trimestre de 2013 em ordem inversa ao crédito para consumo em geral que assistiu a uma quebra de 6.6% no mesmo período e sempre em relação ao período homólogo.

Os dados são da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC), que representa o setor do financiamento especializado ao consumo e conta com 31 membros, entre os quais 25 instituições especializadas em crédito ao consumo, como a Cofidis, Cetelem e Credibom.

Assistiu-se assim uma queda nos valores de crédito concedido a particulares, nomeadamente para a aquisição de automóveis e de artigos para o lar. Neste particular a queda foi de 12.6% que se junta ao decréscimo de 3.5% nos empréstimos às empresas.

O primeiro trimestre de 2013 assistiu à celebração de 83806 contratos de crédito. Em quase todos (98%) estiveram envolvidos particulares, que são os principais clientes das associadas da ASFAC.

Em média, a ASFAC pôde constatar que o valor médio por contrato ficou 7.5% aquém do médio no trimestre homólogo, quedando-se em 3267 euros, o que pode ser explicado, dizemos nós, dado que umas das finalidades que mais caiu foi o crédito automóvel, e este explicará montantes de financiamento mais elevados.

Detalhando melhor esse número, podemos ver referir os 16.9% como o recuo dos empréstimos para aquisição de meios de transporte, seguindo-se o crédito lar com -10.3%.

Pela positiva para as associadas da ASFAC, os disparo do crédito revolving. OS consumidores estão mesmo a aderir a esta modalidade que permite contratar um montante máximo de crédito para ser utilizado ao longo do tempo e reutilizado à medida que o saldo em dívida vai sendo amortizado.

O crédito revolving aumentou uns simpáticos 35% e aparece agora mais presente nas simulações de crédito, como atestam as alterações introduzidas no simulador Credibom.

Por fim, uma referência ao crédito stock, que é crédito destinado a fornecedores, que averbou neste período uma quebra de 20%.

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